10 coisas a não perder em Yogyakarta

Visitar Yogyakarta já estava nos meus planos há uns tempos, mas ainda não tinha conseguido concretizar. Quem pensa que é uma cidade que não tem nada que ver, está enganado. Tem, e muito, que ver!

Diria que 3 dias são suficientes para visitar os Templos de Borobudur e Prambanan, mais um para visitar os principais highlights da cidade! Mas quem puder ficar mais tempo recomendo, porque há muito que ver na zona! Tive pena de não termos conseguido ficar mais tempo, fomos com tempo contado e só conseguimos ficar 4 dias, pois a seguir tínhamos que voltar para Gili Trawangan.

Ainda assim, nos 4 dias que estivemos visitámos bastante e nada foi “a correr”. Face ao que visitámos, fiz uma escolha de 9 sítios, que resumo neste artigo para que possam guarda-lo e inspirar-se na vossa visita a Yogyakarta.

 10 coisas a não perder em Yogyakarta

1. Templo Borobudur

Este Templo foi sem dúvida a razão principal para visitar Yogyakarta! Penso que quem visite Yogyakarta tenha como principal motivação e intenção, visitar o Templo de Borobudur. É o ex-libris da zona e juro que não entendo porque não está nos roteiros das pessoas. Nunca fui a Angkor Wat, no Cambodja e aos Templos de Bagan, no Myanmar, mas digo-vos, que em nada este Templo fica atrás desses, e é tão menos visitado!

Este Templo passou por um imenso período de restauração, e pertence ao Património Mundial da Unesco.

2. Templo Prambanan

Nunca tinha ouvido falar deste Templo Hindu até planear a minha visita ao Templo de Borobudur. Até têm um bilhete combinado para visitar os dois Templos.

Percebe-se porque é que é também dos mais visitados da cidade, ora confirmem:

3. Andar num Becak

Os Becaks são a imagem de marca da cidade, para além do Templo de Borobudur, as famosas bicicletas/triciclos que transportam passageiros. À semelhança dos rickshaws indianos, é vê-los por toda a cidade. Normalmente são senhores velhotes a transportar os passageiros (cada triciclo leva no máximo 2 pessoas), e muitos são sem abrigo sendo esta a sua forma de subsistência.

4. Taman Sari Water Castle

Os Jardins do Palácio do Sultão. Onde o mesmo se divertia e passava bons momentos. O complexto dos jardins é imenso e esconde vários “tesouros”: piscinas, tuneis subterrâneos, zona de meditação, e até uma mesquita interior. Sem duvida que vale a visita.

5. Underground Mosque | Sumur Gumuling

Pertencente ao Taman Sari, encontramos esta Mesquita subterrânea, com uma enorme abertura no seu topo que mais faz lembrar o Panteão de Roma! É sem duvida um dos pontos altos da visita ao Taman Sari e também na cidade de Yogyakarta. Foi uma agradável descoberta que desconhecia por completo!

6. Kraton Palace | Palácio do Sultão

A cidade de Yogyakarta é governada por um Sultão, o que não deixa de ser interessante. A visita ao Palácio Kraton é interessante, mas não é obrigatória se não tiverem tempo, pois a maioria dos sítios dentro do Palácio não são permitidos a visita do publico. No entanto, se tiverem tempo é uma visita que se faz bem.

Uma das áreas do Palácio

7. Passar pelas duas árvores Bayan Tree | Praça Alun Alun Kidul

Na praça Alun Alun Kidul, existem duas enormes árvores, as Bayan Trees como eles lhes chamam, que tem um mito ou crença tradicional associadas. Então costuma-se dizer que quem passar pelas duas árvores de olhos vendados têm o seu desejo concretizado! Ou seja, pede-se um desejo ou formula-se uma intenção, e partindo do inicio da praça, de olhos vendados, em direção as árvores, quem passar por entre as duas têm o seu desejo realizado, bem como é considerado uma pessoa de bom coração!

Como é óbvio, formulei para mim o meu desejo, e lá fui eu de olhos tapados. Eu e o Rudi, que estava envergonhado pela minha figura e não se quis meter em figuras.

Mas sabem o resultado?

Passei com sucesso por entre as duas arvores! Ah pois é, agora é esperar que o desejo se realize! Mas nem queria acreditar. Parece fácil ao ver nas fotos, mas esqueçam, é mesmo bastante dificil manter a direcção certa!

8. Jantar como um local na Praça Alun Alun Kidul

Surpreendentemente esta é sem duvida um ponto obrigatório. Nem queríamos acreditar nas transformação que esta praça leva à noite. É ver carrinhos todos “kitados” a dar a volta à praça numa decoração toda pirosa, sem falar da musica aos altos berros. Uma experiência interessante. Por umas 50 mil rúpias e uma meia horita é possivel andar às voltinhas na praça nestes carros a pedal:

Mas nós optamos por nos sentar a jantar e a apreciar o arraial que acontecia à nossa volta. Parece que é por aqui que os locais socializam e passam os seus serões.

9. O Batik

Os Tecidos Batik são tradicionais de Java, que consiste numa técnica de tingimento do tecido usando cera quente, através de de uma ferramenta de metal própria que dispensa os pingos de cerra derretida. De seguida o tecido é tingido com cores variadas, dando origem a padrões únicos e muito criativos.

Existe o Museu de Batik, mas nós não fomos pois optamos por visitar o Palácio Kraton, mas acabamos por ver dentro do Palácio umas senhoras a trabalharem em Batik. É genial a precisão e a técnica usada! Este não eram de todo Batiks “falsos”.

10. Malioboro Street

Deixei para ultimo este ponto. A Malioboro é um ponto obrigatório de passagem, mas sinceramente não é o ponto principal e desiludiu e bastante. Há de facto por lá muita coisa a acontecer, e é uma enorme avenida, mas não tem mais do que muitas lojas e street food, e nada mais de especial. Faz parte passar por lá, pois é o centro de Yogyakarta, e por onde as famílias se passeiam, mas depois de vista, o melhor é passar para outras zonas da cidade, como por exemplo a praça que falei no ponto 8.

Numa ida à Indonésia, mais do que passar apenas tempo em Bali, lembrem-se que existem mais de 17 mil ilhas. Pelo menos, ficam a conhecer um pouco de Yogyakarta comigo.

Já sabem também que podem acompanhar-me no Instagram e não perderem nada da Indonésia nem das minhas viagens.

_________________________________________________________________________

____________________________________________________________________________

GOSTASTE DESTE ARTIGO? GUARDA-O NO PINTEREST!

Deixe uma resposta

O seu endereço de email não será publicado. Campos obrigatórios marcados com *

Translate »