Trekking no Mt Batur

O trekking no Mt. Batur, em Bali, merece um post dedicado ao tema.

Quem me conhece sabe que gosto de aventura, e de caminhar, mas não sou especialmente uma adepta de trekking. Quando vim para a Indonésia sabia que era possível fazer trekking em alguns vulcões mas nunca tinha pensado seriamente nisso.

Em Bali, é possível fazer trekking no Mt Batur e no Mt Agung, sendo que o mais popular é o Mt Batur, pois é mais rápido e menos cansativo.

Como fiquei varias noites em Ubud, decidi fazer este programa partindo daí. Comprei o tour na homestay onde estava hospedada (falei dela aqui), e custou 300k. Mais barato que as outras pessoas que iam também no mesmo tour, mas que compraram noutros sítios por 600k…Adiante.

Tour inclui: transporte hotel até ao Mt Batur, e depois de volta até ao hotel. Refeição ligeira, guias locais. Custou 300k.

Para fazer este tour, mentalizem-se que precisam acordar por volta da 1h, pois por volta das 2h o shuttle passa no hotel para nos ir buscar. O caminho de Ubud até à base ainda pareceu bastante longo. E por azar, apanhámos muita chuva à saída de Ubud, mas já mais perto da montanha, bom tempo.

Quando chegamos à base, estão outros grupos a chegar, e é-nos atribuído dois guias. Ainda nos dão algumas panquecas e água.

A subida começa por volta das 4h da madrugada e demora cerca de 2horas até chegar aos 1717 metros!

Não é uma subida fácil, muitas rochas e pedras pelo caminho, muita gente, e zero visibilidade.

Acho que nesta Tour falha completamente a preparação. Não sabemos exactamente para o que vamos. Não sabemos o nível de dificuldade. E também não sabemos o que levar/vestir, pois ninguém avisa. Podem, então, imaginar que vesti camadas de roupa,e acabei por subir em T-Shirt!

Como tal, preparei algumas dicas que acho importantes e que gostava que me tivessem dito.

Dificuldade do trekking:

Médio.

Não achei super fácil, mas também não digo que é dos mais difíceis. São duas horas de caminhada, a subir, e por vezes o caminho é bem árduo.

Acho difícil classificar pois cada um sabe a sua resistencia física e os seus limites. Mas se vos motivar: compensa muito a vista para o Mt Agung quando chegamos “à meta”, bem como o Nascer-do-Sol, com o qual somos contemplados, e ainda para o Lago Batur.

Acessórios:

  • Lanterna
  • Mochila Pequena e leve
  • Agua pequena (caí no erro de levar uma de litro e meio, acabei por ter que deitar fora quando cheguei ao topo)

O que vestir:

  • Leggings
  • Ténis confortáveis e não escorregadios
  • T-shirt
  • Sweatshirt
  • Casaco quente (o meu é dos semi-penas, de viagem, muito util e leve pois podem facilmente por e tirar da mochila)

Quando chegamos ao topo, resta esperar pelo Nascer-do-Sol, quando cheguei estava super nublado, achei que não ia ver o Sol, mas quando este apareceu, esquecemos por momentos o caminho até lá. Vale cada minuto do esforço.

É neste momento que o guia distribui a refeição ligeira, composta por um ovo cozido, água, uma banana, e se não me engano uma pequena sandes.

Depois é preparar para a descida, também com o seu “quê” de dificuldade, mas com a vantagem de já termos a luz do dia para vermos o caminho e a paisagem!

No caminho de volta até ao hotel, passei-o a dormir, e verdade seja dita, o dia seguinte foi bastante relaxado, e vagueei apenas pelo centro de Ubud.

Agora que venha o trekking no Mt Rinjani em Lombok! Vamos ver quando sou capaz de fazê-lo. É o segundo maior vulcão da Indonésia!

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Boas Viagens ❤️

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